quinta-feira, junho 28, 2007

Aquele da volta das Spice Girls! [ISSO!]

[ouvindo Bjork - Human Behaviour]
There's definitely no logic...

Ainda é cedo pra definir o alcance do pronunciamento oficial feito hoje por Melanie C, Melanie B, Emma, Victoria e Geri em Londres. Depois de 11 anos, enquanto o dono do blog posta isso, elas anunciam uma turnê mundial de 25 datas que possivelmente vai passar pela America Latina [veja aqui Melanie B pedindo a bandeira Brasileira para tirar foto com ela].
Enquanto as datas da turnê são divulgadas, o grupo disse em coletiva que ainda considera a possibilidade de trabalhar em algo novo. A previsão é que no final do ano, as 5 garotas inglesas começem a criar o frisson que tomou conta da música pop na segunda metade dos anos 90.
Em algum ponto de 2010, as Spice Girls vão integrar o seleto grupo da cultura mundial que hoje engloba Abba e os Carpenters. Logo de cara, engraçadinhos irônicos vão começar a tocar seus álbuns só para serem chatos, daí aqueles que eram adolescentes na era 'Wannabe' vão ouvir de novo cheios de nostalgia, e aí têm aqueles que irão curtir como se fosse fresco e admitir que, apesar da breguiça da postura, as Spice Girls eram mais do que capazes de criar ótimas canções pop.
E enquanto isso, eu aqui, espero de verdade que algo mais excitante que isso possa acontecer em 2007 pro dono do blog.

PS: Os Spice-rings voltaram no colar de todas! Too much to take!

domingo, junho 24, 2007

Aquele da próxima grande superstar...

[ouvindo Limp Bizkit - Hot Dog]
Don't forget about the 'he-say', 'she-say'...


Ela assina o nome, vai assinando. O tempo todo, o dia todo. Mas esse é o sonho dela. Em algum momento, Mima vai assumir a culpa pelo poder e pela fama. Ela vendeu sua alma? Perdeu sua vida? Pode ser. Mas Mima não soltou risadas do mundo das celebridades em negação. E nem entrou numa bad trip sobre as mentiras que poderiam contar pra ela. Porque ela estava vivendo seu sonho.
A viagem que Perfect Blue nos leva tropeça e se curva a referências a Hollywood dos anos 70. Dirigido por Satoshi Kon, o animê de 1997 apresenta a história de uma promissora cantora que desiste do seu grupo pop (Geri Halliwell, alguém?) para ser atriz. O thriller piscológico propõe um debate sobre fama, anonimato, idolatria, ilusões e fracassos.
E se você não sabe o quanto a pressão das ilusões afetam mais uma garota, veja o vídeo que Madonna fez para What It Feels Like For A Girl [veja aqui] compilando o animê. Se imaginarmos as cores como metáforas diretas para sentimentos, a melancolia é perfeitamente azul.
O dono do blog gosta de animês. São ambiciosos, profundos e rasos. Não se atrevem a desafiar a paciência de quem vê. Mas o suspense está lá. Descaradamente degustável.
Em tempo: o diretor de Perfect Blue tem uma animê nos cinemas que promete muito. Assim que o dono ver Paprika, ele volta com os pseudo-nipô posts.

domingo, junho 17, 2007

Aquele dos critérios de relevância...

[ouvindo Michael Jackson - Wanna Be Startin' Somethin']
You're the best of all...


Desde o início dos anos 2000, a cada ano parece que uma tentativa de dominar o mainstream da musica pop vem da América Latina. Seja Sean Paul, Daddy Yankee, Enrique Iglesias, M.I.A (ok,ela veio do Sri Lanka - onde é o Sri Lanka?) ou até mesmo o precussor Ricky Martin. Engraçado que são poucos que conseguimos lembrar de mais de uma música. Primeiro, a explosão. Em seguida, a segregação do público. Hoje a torta do mainstream é dividida em tiny little pieces entre Deus sabe quem mais.
Mas para um pouco de pop refinado, com um vocal sofrido (sim), mas uma perfomance honesta [veja ela no MTV Movie Awards desse ano], desse bolo todo saiu Rihanna com seus míseros 19 anos e sua (boa) sorte em escolher (ou ser escolhida) pelas pessoas certas.
Canções fáceis como Pon de Replay e If It's Loving That You Want vão estar na lista dos hits esquecíveis dessa decáda, mas a sua habilidade de reviver sucessos de 20 anos atrás vai durar muito tempo (S.O.S e sua descarada 'homenagem' ao Soft Cell é um bom exemplo).
Ouçam Breakin' Dishes e Say It e experimentem um doce que a Nelly Furtado só provou um pedaço. E não esqueçam da genial levada de Blue Monday do oitentista New Order numa batida pesada de hip hop em Shut Up & Drive. Isso porque fica muito grande se eu for falar da levada de Running With The Night do Lionel Ritchie em Push Up on Me.
E as 'referências' não param por ai. Veja Umbrella (melhor música dela até hoje) e tente não exergar Aalyiah na coreografia. Tente não ver Red Hot Chilli Peppers e Madonna (sim!) na sequência Rihanna-prateada. O advento do sample firma o ápice no terceiro single do álbum, Don't Stop The Music, com batida viciante e um groove que só Michael Jackson conseguiria criar (ouça Wanna Be Startin' Somethin' e concorde). Mesmo assim, o terceiro cd de Rihanna, Good Girl Gone Bad, faz muito mais pela sua carreira do que seus dois primeiros esforços.
Ah, e se você clica na segunda foto, você consegue ouvir esse tanto de hipertexto em forma de música. É só baixar.

quinta-feira, junho 07, 2007

Aquele depois do revival da Biologia...

[ouvindo Marilyn Manson - The Dope Show]
I hate today, no love for tomorrow...

Como assumir o papel de mediador da informação e exercer com destreza a pratica de amplificar a discussão publica sem “errar na mão”? Em dimensões paralelas, a informação co-existe com a sociedade enquanto a realidade transita (teoricamente) com fluidez entres as duas.
Embora a RCTV tenha deixado de emitir em sinal aberto à meia-noite de 27 de maio, continuou produzindo telejornais, telenovelas e outros programas de entretenimento. A decisão de cassar a concessão do canal por Hugo Chavez há menos de 2 meses intesifica a discussão sobre a soberania da imprensa e a liberdade da expressão desatrelada da democracia.
A rêmora, um peixe ósseo que se fixa ao corpo do tubarão, é transportada por ele, economizando significativa energia, ao passo que o tubarão não é prejudicado; uma vez que o peso da rêmora é relativamente insignificante. O comensalismo é a associação entre indivíduos de espécies diferentes na qual um deles aproveita os restos alimentares do outro sem prejudicá-lo. O animal que aproveita os restos alimentares é denominado comensal. No caso da Venezuela, os papéis não são bem definidos, mas não resta duvidas de que o prejuízo fica para a sociedade.